CASO MANUELA | Sepultamento reuniu apenas 16 pessoas; família quis evitar tumulto e curiosos

Sem alarde, sem divulgação de local, sem horário informado. Assim aconteceu o sepultamento do corpo da jovem Manuela, 23 anos, morta a facadas e deixado num freezer. O enterro ocorreu imediatamente após a autópsia, nesta terça-feira (31).

De acordo com uma tia, não houve velório e apenas pessoas da família foram autorizadas a acompanhar o cortejo, em carro fechado, além do condutor do carro funerário e dos dois coveiros.

A justificativa foi para evitar tumulto de populares e afastar curiosos, uma vez que o crime teve repercussão nacional. “A aglomeração pode atrapalhar esse momento de privacidade da família, num momento de dor e despedida “, contou outro familiar.

A jovem encontrada morta dentro de um freeezer, em uma casa em Vitória da Conquista, estava desaparecida há quatro dias. A informação foi divulgada pela Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin) – Sudoeste.

Para os investigadores, Manuela Vieira Matos Silva pode ter sido assassinada no dia 25 de março — data em que foi vista pela última vez. O corpo, no entanto, só foi encontrado no domingo (29), em um imóvel na Rua Monte Castelo.

O suspeito do crime é Lucas Santos Lima, de 29 anos. O homem foi capturado em Ilhéus, no sul do estado, na segunda-feira (30), e confessou o crime. Em depoimento à polícia, disse que o crime ocorreu  após os dois usarem drogas e se envolverem em uma discussão.

Ao titular da Diretoria Regional de Polícia do Interior (DIRPIN) Sudoeste/Sul, delegado Roberto Júnior, o suspeito relatou que teria conhecido a vítima em um ponto de drogas. “Ele a convidou para sua residência. No local, após o consumo de entorpecentes, houve um desentendimento que terminou no crime”, contou.

Matéria: Sudoeste Digital

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